"O movimento é nossa arma e nossa arte, através dele nós fazemos ciência. Nele depositamos nossos sonhos de trazer à vida o que sem vida parece estar". (Nívea Flor)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Aniversariantes de agosto




Queremos parabenizar todos os aniversariantes do mês de Agosto:
Camila Fernandes1/ago
Ione Rodrigues Correia5/ago
Camila Natasha Soczek7/ago
Leidiane Julia Pacheco da Fonseca17/ago
Kelly Cristina Araújo da Silva18/ago
Juliane Lopes19/ago
Lucas Cristiano Fath Santos19/ago
Patricia Bastos Alves19/ago
Jéssica Roberta Nunes20/ago
Barbara Kruger Nuernberg25/ago
Maria Idilia Somensi25/ago
Grasiane Grosselli27/ago
Regiane Mussatto30/ago
Mariliz Sibikoski31/ago

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

REUNIÃO - COMISSÃO ORGANIZADORA

Olá queridos alunos,

Informamos que segunda-feira, 22/08, haverá reunião com os interessados em participar da Comissão Organizadora da Semana Acadêmica de 2011. A reunião será no Laboratório de Avaliação Física, às 20:20h.
Contamos com sua presença!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Curso de Atendimento Pré-Hospitalar em Emergências


Mal de Alzheimer

Olá Alunos,

Nesta semana a professora Michelle Brandalize Rossi está enviando para vocês uma reportagem sobre Mal de Alzheimer. Vale a pena a leitura.

Tabagismo está em segundo lugar na lista de fatores de risco do Alzheimer
Pesquisadores americanos divulgaram a lista de sete medidas que poderiam evitar milhões de casos do mal de Alzheimer em todo o mundo.

Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.
De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.
Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.

Causas
As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida.
Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta.
Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.
Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo.
Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.
Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.

Educação
O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).
Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença.
"Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.
"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo", acrescentou.
A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados.
Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.

Fonte: BBC Brasil
 
Mais notícias você pode conferir pelo endereço eletrônico: http://www.bbc.co.uk/portuguese/

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Provas em Época Especial


EDITAL Nº. 09/2011 – CF
PROVAS EM ÉPOCA ESPECIAL



O Coordenador do Curso de Fisioterapia Professor Ernani José Zampier, da Faculdade Guairacá, no uso de suas atribuições conferidas pela portaria nº. 002/08 – DG torna público as datas de provas em época especial do Curso de Fisioterapia.

1º Bimestre
28/09/2011
2º Bimestre
06/12/2011




Guarapuava, 09 de agosto de 2011.



Ernani José Zampier,
Coordenador do Curso de Fisioterapia.
Port. 002/08 – DG.

Projeto de Ergonomia - Profª Ana Carolina

Aos alunos interessados em participar do Projeto de Extensão de Ergonomia, haverá uma reunião no dia 10/08, quarta-feira, às 20:25h, na sala da professora Ana Carolina.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Reportagem: Síndrome da Mão Alheia

Olá alunos, a professora Michelle Brandalize nos enviou esta reportagem e deixou o recado:
"Pessoal, leiam a reportagem abaixo. Muito interessante. Profª Michelle."
Síndrome rara fez americana ser atacada pela própria mão

Karen Byrne disse que ficava com o rosto inchado após agressões


Imagine ser atacado por uma de suas próprias mãos, que tenta repetidamente estapear e socar você. ou então entrar em uma loja e tentar virar à direira e perceber que uma de suas pernas decide que quer ir para a esquerda, fazendo-o andar em círculos.

Essa realidade é bem conhecida da americana Karen Byrne, de 55 anos, que sofre de um condição rara chamada Síndrome da mão Alheia. A síndrome de Byrne é fascinante, não somente por ser tão estranha, mas também por ajudar a explicar algo surpreendente sobre como nossos cérebros funcionam.
o problema começou após ela passar por uma cirurgia, aos 27 anos, para controlar sua epilepsia, que havia dominado sua vida desde seus 10 anos de idade. A cirurgia para curar a epilepsia normalmente envolve identificar e depois cortar um pequeno pedaço do cérebro no qual os sinais elétricos anormais se originam. Quando isso não funciona, ou quando a área danificada não pode ser identificada, os pacientes precisam passar por uma solução mais radical. No caso de Byrne, seu cirurgião cortou seu corpo caloso, um feixe de fibras nervosas que mantém os dois hemisférios do cérebro em contato.

Novo Problema
o corte do corpo caloso curou a epilepsia de Byrne, ams a deixou com um problema totalmente diferente. ela conta que inicialmente tudo parecia bem, mas que então os médicos começaram a notar um comportamento extremamente estranho. "O médico me disse: 'Karen, o que você está fazendo? Sua mão está te despindo'. Até ele dizer isso eu não tinha percebido que minha mão esquerda estava abrindo os botões da minha camisa", diz. "Então, eu comecei a abotoar a camisa novamente com a mão direira, mas assim que eu terminei a mão esquerda começou a desabotoar de novo. então o médico fez uma chamada de emergência para um outro médico e disse: 'Mike, você precisa vir aqui imediatamente, temos um problema'". Karen Byrne havia saído da operação com uma mão esquera que estava fora de controle.
"Eu acendia um cigarro, colocava-o no cinzeiro e então minha mão esquerda jogava-o fora. Ela tirava coisas da minha bolsa sem que eu percebesse. Perdi muitas coisas até que eu percebesse o que estava acontecendo", diz. Em alguns casos, a mão esquerda dela chegava a estapeá-la, sem controle. Ela conta que seu rosto chegava a ficar inchado com tantos golpes.

Luta de poder

Medicação resolveu problema de Karen após 18 anos

O problema de Byrne foi provocado por uma luta por poder dentro de sua cabeça. Um cérebro normal é formado por dois hemisférios que se comunicam entre si por meio do corpo caloso. O hemisfério esquerdo, que controla o braço e a perna direitos, tende a ser onde residem as habilidades linguísticas. O hemisfério direito, que controla o braço e a perna esquerdos, é mais responsável pela localização espacial e pelo reconhecimento de padrões. normalmente o hemisfério esquerdo, mais analítico, domina e tem a palavra final nas ações que desempenhamos. A descoberta do domínio hemisférico tem sua raiz nos anos 1940, quando os cirurgiões decidiram começar a tratar a epilepsia com o corte do corpo caloso. Após a recuperação, os pacientes pareciam normais. Mas nos círculos psicológicos eles se tornaram lendas. isso porque esses pacientes revelariam, com o tempo, algo que parece incrível - que as duas metades do nosso cérebro t~em cada um uma espécie de consciência separada. Cada hemisfério é capaz de ter sua própria vontade independente.

Experiências
O homem que fez muitas das experiências que primeiro provaram essa tese foi o neurobiólogo Roger Sperry. Em um estudo particularmente notável, que ele filmou, é possível ver um dos pacientes com o cérebro dividido tentando resolver um quebra-cabeças. O quebra-cabeças exigia o rearranjo de blocos para que eles correspondessem a padrões em uma imagem. Primeiro o homem tentou resolver o quebra-cabeças com sua mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito), com bastante sucesso. Então Sperry pediu ao paciente que usasse sua mão direira (controlada pelo hemisfério esquerdo). essa mão claramente não tinha nenhuma ideia de como fazê-lo. A mão esquerda então tentou ajudar, mas a mão direita parecia não querer ajuda, então elas terminaram brigando como se fossem duas crianças. Experiências como essa levaram Sperry a concluir que "cada hemisfério é um sistema de consciência isolado, percebendo, pensando, lembrando, raciocinando, querendo e se emocionando". Em 1981 Sperry recebeu um prêmio Nobel por seu trabalho. Mas em uma ironia cruel do destino, ele então já sofria com uma doença degenerativa do cérebro, chamada kuru, provavelmente contraída em seus primeiros anos de pesquisa com cérebros.

Medicação
A maioria das pessoas que tiveram seus corpos calosos cortados parecem normais posteriormente. Você poderia cruzar com eles na rua e não saberia que algo havia acontecido. Karen Byrne teve azar. Após a operação, o lado direito de seu cérebro se recusava a ser dominado pelo lado esquerdo. Ela sofreu com a Síndrome da Mão Alheia por 18 anos, mas felizmente para ela seus médicos encontraram uma medicação que parece ter trazido o lado direito de seu cérebro de colta ao controle. A história de Byrne foi contada no último programa da série da BBC The Brain (O Cérebro), que foi ao ar na Grã-Bretanha na quinta-feira.


Fonte: BBC Brasil


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